O mercado imobiliário brasileiro atravessa um momento de seletividade. Para os investidores habituados aos grandes centros financeiros, como o eixo São Paulo-Belo Horizonte, ou que buscam dolarizar parte do patrimônio em ativos reais no Brasil, a pergunta não é mais “se” deve investir em João Pessoa, mas “o quanto” do portfólio deve ser alocado na capital paraibana.
Com a consolidação de dados de 2025 e as projeções de 2026, exploramos os fundamentos que tornam esta escolha mais assertiva do mercado atual.
1. Desempenho Acima da Média: O “Alpha” Pessoense
Para o investidor de São Paulo ou Minas Gerais, o custo de oportunidade é uma métrica principal. Enquanto os mercados tradicionais apresentam sinais de saturação e valorização inercial, João Pessoa sustenta uma ascensão vigorosa .
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Dados Reais: Com valorização residencial de 15,15% no último ano (segundo o Índice FipeZAP), a cidade entrega um retorno real que protege o capital contra a inflação e supera largamente os rendimentos de renda fixa.
2. A Lei do Gabarito: Proteção Patrimonial e Escassez
O investidor internacional busca, acima de tudo, previsibilidade . A legislação urbanística de João Pessoa (a famosa Lei do Gabarito) é um pilar de segurança jurídica recentemente visto em outras capitais.
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Exclusividade Perpétua: Ao limitar a altura dos edifícios na orla, a cidade garante que o “pé na areia” ou a vista para o mar sejam ativos finitos. Onde há escassez legislada, o valor do metro quadrado tende a uma valorização perene, cegando o patrimônio de oscilações bruscas de mercado.
3. Rendimento de Localização: Eficiência de Fluxo de Caixa
Para quem busca renda passiva (como o investidor mineiro, focado em solidez, ou o estrangeiro, que busca retorno em moeda forte), o modelo de locação por curta temporada em João Pessoa tornou-se um case de sucesso.




